Nicholas Sparks no Brasil!

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Nicholas Sparks, um dos autores mais queridos (e famosos!) do mundo está de malas prontas para vir ao Brasil pela primeira vez. Seus livros estão atualmente sendo publicados no Brasil pela Novo Conceito.
Autor de sucessos literários como Diário de uma Paixão, Um amor pra recordar, Noites de Tormenta, A Última Música e Querido John  (a maioria também adaptada com igual sucesso para o cinema), Nicholas deve fazer a alegria dos fãs passando pro várias cidades brasileiras autografando seus livros.
Se você é fã dele como eu, confira as datas e cidades que ele visitará:

•Dia 1/12 as das 19:00 as 21:30 hs em São Paulo, na Saraiva do shopping Center Norte.

•Dia 2/12, das 19:00 as 21:30 hs no Rio, na Saraiva do Rio Sul

•Dia 4/12, das 19:00 as 21:30 hs em Salvador, na Saraiva do Salvador Shopping
•Dia 6/12, das 19:00 as 21:30 hs em Curitiba, na Curitiba Megastore

•Dia 7/12, das 18:00 as 21:00 horas em Ribeirão Preto, na Paraler do Ribeirão Shopping.

Quem quiser também pode entrar no site do fã clube oficial
http://www.nicholasparks.com.br e fazer a sua carteirinha do fã clube! É só preencher um cadastro no site que eles te mandam por email!
 
O site oficial do Nicholas é: http://www.nicholassparks.com/ 
 
Um abraço e até!

Resumos Bienal 8 Carlos de Brito e Mello e Manoela Sawitski

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Tema: Os desafios da nova prosa brasileira.

Para Manoela, a internet é a melhor amiga do jovem escritor por democratizar o acesso, a exposição e divulgação das obras.
Pata Carlos, a nova geração da prosa brasileira tem muitos relatos autobiográficos em suas obras, é a obra transitando na vida do autor e vice-versa.

Falando sobre os críticos, Manoela desabafa: A crítica não pode ter o papel de elevar ou condenar. Ela não é a autorização para você continuar ou parar de escrever. O autor não pode se achar o máximo quando é elogiado e nem se achar um lixo se é criticado.

Carlos finaliza citando o autor Samuel Beckett que hoje é Nobel de Literatura mas teve seu primeiro livro recusado mais de 70 vezes.

É isso aí pessoal, não podemos desanimar nunca!

Resumos Bienal 7 Eduardo Spohr e Orlando Paes Filho

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Tema: Entre vampiros e sagas: o livro é uma aventura.

Os autores rebatem a premíssa de que se o livro fez sucesso é fraco, baixo nível.
Para eles é preciso ter personalidade e seguir em frente pois quando se faz sucesso sempre surgem os "haters" (pessoas que odeiam o livro).

Orlando também afimou que não permitiu a adaptação de Angus para filme pois queriam retirar toda a parte do misticismo cristão do personagem (um cavalheiro medieval) o que, para ele seria descontextualizar a história.

Os autores deixam como dica o site: http://www.nerdcast.com.br/ e o episódio 215, onde eles explicam uma maneira de "como escrever".

Para ambos, entretanto, há uma dica principal: planejar a história e trabalhar!

Resumos Bienal 6 Felipe Pena e André Vianco

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Tema: Literatura Pop e de entretenimento: que gênero é esse?

Para eles, toda literatura é entretenimento e arte.

Muitos escritores escrevem não para serem lidos, mas para serem estudados pela academia. É necessário escrever com paixão, com o coração e não ficar maquinando palavras difíceis.

Pena analisa que escrever "fácil" é muito difícil. Significa que o escritor soube explicar o complexo bem.

Vianco também afirma: há um pensamento de que vender muito livro (ser best seller) é pecado, no entanto o escritor precisa profissionalizar a escrita, ela é sua profissão e ele precisa ter leitores para sobreviver dela. O livro é a sedução pela palavra. Ele não é do escritor e sim do leitor, cada um faz uma leitura diferente de acordo com suas experiências.

Resumos Bienal 5 Laerte e Marçal Aquino

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Tema: Literatura, cinema, TV e quadrinhos: como se dá esse diálogo?



Para eles, o texto não tem dono. É preciso ter liberdade para se fazer adaptações sem se preocupar com a fidelidade do livro para o cinema (não pensar em traição), pois a dinâmica da linguagem é outra e é preciso levar isso em conta. É impossível incluir tudo do livro no filme.

Marçal: "Quando levanto da cama e penso em escrever digo pra mim mesmo: vou ser fiel a esse sonho".

Para ele também é importante que o escritor escreva por que tem algo importante a dizer e não de seis em seis meses só pra ganhar dinheiro.

Escrever com liberdade: as gírias e linguagem dependem do público alvo.
Entretanto, o autor não deve tutelar o público (esse pode ler, esse não). Ele deve acreditar fortemente no seu livro, na sua verdade ao escrever.

E finalizam:

"O mercado é soberano, tem que vender ou tá fora".
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